A fisiologia da dor envolve todo e qualquer estímulo desagradável captado pelos receptores dos nervos periféricos chamados nociceptores. As mulheres possuem o limiar da dor maior do que o dos homens (mais resistentes a dor).

Dor: estímulos mecânicos, térmicos (acima de 40 graus) e químicos.
Sistema aferente: leva ao sistema nervoso central informações do periférico através dos nervos periféricos.
Fibras nervosas: mielinizadas e amielinizadas
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Aa mielinizada com maior diâmetro, rápida condução nervosa, dor aguda e rápida conseguindo-se identificar o seu pico, presente no músculo estriado esquelético;
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Ab mielinizada com diâmetro intermediário, presente na pele e vísceras;
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As mielinizada com menor diâmetro da fibra, condução nervosa mais lenta, presente em pele, sistema nervoso central e vísceras;
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C amielinizada via aferente da dor lenta e contínua não se consegue identificar o pico da dor (cólicas), presente em pele e vísceras ocas (útero).
O estímulo para dor vem após a resposta reflexa.
Quando há ação lesiva, há processo inflamatório e distribuição de substâncias irritantes, como prostaglandinas, potássio e bradicinina. A presença dos mastócitos que liberam histamina e substancia P (vasodilatação e maior permeabilidade dos capilares – sinais flogisticos da inflamação edema e vermelhidão) estimula os mecanoceptores fazendo compressão.
A condução do estímulo aferente ocorre através do corno posterior da medula, as fibras entram na medula e fazem conecções com os neurônios do corno posterior.
O corno posterior e subdividido em lâminas I, II, III, IV, V e VI, apenas as lâminas I e V vão para o córtex, através do trato espino-talâmico. A lâmina II possui neurônios e receptores inibitórios para o estímulo da dor e pode inibir as outras lâminas do corno dorsal (pode impedir que lâminas I e V vão para o córtex).
Percepção da dor: evento lesivo ocorre, nervos periféricos mandam informação até o corno posterior e as lâminas I e V levam a informação até o córtex através do tracto espino-talâmico, chegando ao córtex este se comunica com a substancia peri aqueductal (PAG), que estimula o núcleo da raf magna a produzir e liberar serotonina e encefalina que são substancias estimuladoras da lâmina II, a lâmina II inibe o corno dorsal e o indivíduo não sente mais a dor.
Dor excessiva: ao invés de o estímulo ir paro a córtex ele vai direto para a PAG e estimula todas as regiões do córtex podendo causar desmaio (confusão total), o estímulo da lâmina II faz com que o indivíduo pare de sentir dor.
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